O sono do bebê -Por quê Meu Bebê Chora para dormir

Mother holding her crying baby isolated on white background

 

Oi Comadre, tudo bem?

Esse é uma das pedras no sapato das mamães sobre o SONO DO BEBÊ: “Por quê meu bebê chora para dormir?”.

Estou fazendo algo de errado? Ou: tem algo de errado com ele (a)?

Vamos conversar sobre isso?

Eu andei pesquisando sobre o assunto, já que percebi que essa é uma dor muito frequente de muitas alunas minhas,  e também das mamães que acompanham meu trabalho.

Li vários artigos dentro e fora do Brasil, participei de alguns fóruns de discussão sobre esse assunto e olha o que andei aprendendo:

  • Os bebês choram para relaxarem e adormecerem. Como ainda não conhecem outra forma de fazerem isso, lançam mão do chororô para relaxarem. Esquisito não acha? Fiquei pensando: “E o cortisol (hormônio do stress) que o corpinho dele libera, será que não atrapalha o sono do bebê, em qualidade e quantidade?.

 

  • Os bebês choram para, naturalmente, liberarem e desobstruírem as vias aéreas superiores antes de adormecerem, o que diminuiria naturalmente as chances de apnéia (pausas na respiração) e sufocamento durante o sono.

A verdade, minha amiga, é que em todas as fontes de pesquisa sérias que usei,  era unânime :Não existem estudos científicos conhecidos sobre esse assunto.

E fiquei pensando….

Na minha observação da prática, do dia a dia das mamães que acompanho, associado ao que venho estudando sobre o sono do bebê há mais de 10 anos, tirei algumas conclusões minhas, que quero dividir agora com VOCÊ 😉

1°-Primeiro, na minha opinião, precisamos descartar DOR E DESCONFORTO, que podem por exemplo serem causados pela simples mudança de posição na criança para “deitada”.

Por exemplo, se a criança tem refluxo patológico, acabou  de mamar e a gente deita ela, essa posição vai causar um desconforto grande, devido á sensação desagradável do leite voltando pelo seu esôfago e faringe.

Outro exemplo: se o bebê não arrotou, a mudança de posição pode deslocar o ar lá de dentro dela e esse causar um desconforto. E o bebê começa a chorar, engole mais ar e a dor só aumenta. Quem nunca foi acudir o bebê reclamando no berço e, só de pegá-lo, sai aquele arrotão e o anjinho se acalma e muitas vezes, volta a dormir rapidamente.

Ou ainda: intestino preso. Quando o bebê não faz cocô todos os dias, as fezes acumuladas no intestino podem liberar gases, o que pode gerar cólica nos bebês e claro, eles vão chorar.

Nariz congestionado, peito chiando ou dificuldade para respirar: quando deitamos, fica muito mais difícil de respirar nessas situações. O choro pode muito bem ser causado por isso, uma defesa natural mesmo, a favor da manutenção da vida do bebê.

2°- O BEBÊ NÃO QUER DORMIR:

Essa situação é muito comum em bebês que têm uma rotina bonitinha estabelecida e, de repente, por causa do próprio crescimento e amadurecimento, os padrões de sono/soneca vão se alterando.

Quanto maiorzinho o bebê vai ficando, a necessidade de horas de sono vão gradualmente, diminuindo.

E, algumas vezes, até a mamãe perceber essa mudança de fase, ela insiste em manter a rotina e o bebê vai demonstrando com seu chororô que aquele esquema não funciona mais.

Então, um simples adiamento em 20-30 minutos no horário das sonecas, por exemplo, já pode diminuir bastante o choro pré-soneca.

Ou ainda, o bebê continua dormindo bastante durante o dia e acaba “sobrando sono”, sabe?

E, cada vez que a mamãe o pega para fazê-lo adormecer, começa aquela briga danada já que ele(a) simplesmente NÃO ESTÁ COM SONO AINDA.

Outro motivo que, frequentemente leva os bebês a não quererem adormecer, é que, a partir do 3° mês completo de vida, eles descobrem o mundo! Olham, ouvem, interagem.

E em determinados momentos, estão ali, aprendendo alguma habilidade nova muito interessante, super empolgados e vem a mamãe, cheia de boas intenções, pronta para cumprir a rotina: chegou a hora do soninho.

Assim que pegamos o bebê nesse contexto, ele protesta na hora e começa a chorar, inconformado por precisar interromper o que estava fazendo e curtindo tanto! rsrs

3° O Outro lado da Moeda: O EFEITO VULCÂNICO

Você já ouviu falar sobre isso, minha amiga? A Elizabeth Pantley, uma das maiores especialistas em sonecas do mundo, junto com estudiosos e cientistas das áreas de neurologia, explicam assim:

Quando passa da hora da criança adormecer, o corpinho dela é inundado pelo hormônio do stress, o cortisol, que é um antagonista dos hormônios do sono e do bem-estar.

E aí, mais difícil é para ela relaxar e adormecer. E quanto mais cansado o bebê vai ficando, mais irritado vai ficando, mais cortisol vai liberando … e mais difícil é adormecer.

Sabe quando a criança “vence”? E começa aquele choreiro, aquela irritação, uma luta gigantesca para adormecer e aí, quando adormece, o sono é agitado, leve, cheio de despertares.

Ou seja, minha querida e cansada comadre, essa situação precisa ser evitada a todo custo.

O grande segredo está  em descobrir as janelas de sono, ou seja, o tempo em que eles (elas) conseguem ficar acordados, numa boa, até o próximo soninho.

É como se fosse o ponto dessa receita: se adiantamos o horário do sono, eles brigam porque não querem dormir; se perdemos a hora, vem o cortisol e pronto! Coloca nosso vulcãozinho em erupção!

E quando chega a “Regressão dos 4 meses” ( leia mais aqui), a “Crise dos 6 meses” (te conto tudo aqui), ou ainda a temida e longa “Regressão dos 9 meses“, ( conheça mais sobre os 9 meses aqui) em que o comportamento TODO do bebê se altera, inclusive o sono, esse choro para adormecer pode se acentuar e deixar você mamãe, o papai e toda a família enlouquecidos e exaustos.

O que eu acho muito importante a gente ressaltar aqui:

A CULPA NÃO É SUA, MAMÃE!!

Mantenha a calma, tente observar os padrões que se repetem, converse muito diretamente com o seu pediatra e vá tentando algumas alternativas, até que note alguma melhora nesse choreiro antes de dormir.

Não se deixe desestruturar, não se apavore e NÃO DUVIDE DA SUA CAPACIDADE DE CUIDAR E ACOLHER O SEU BEBÊ! Isso SIM  é importante! O restante são ajustes que vão acontecendo com a observação e testes.

E, se você quiser encurtar os caminhos, com o olhar de alguém de fora, preparado para localizar os problemas do sono, do seu bebê, conte comigo.

Eu posso te ajudar COM CERTEZA.

Para conhecer o “Recém-Mamãe Sono”, a minha consultoria individualizada, clica aqui,

ou entre em contato pelo Whatsapp do nosso suporte:

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A gente vai se econtrando!

Bjos e até

Lígia

 

O Sono do Bebê de 9 meses – A temida “Regressão”

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O sono do bebê de 9 meses – você já ouviu falar que bebês entre 7-9 meses viram o sono do avesso?

E a regressão dos 9 meses… o que é isso, meu Deus? rsrs

Se por acaso o seu bebê ainda é mais novinho(a) e você quer saber primeiro sobre a regressão dos 4 meses, clica aqui e leia esse post.

Se você está nesse momento, certamente ele dispensa maiores apresentações!! Mas para você que ainda não chegou lá, ou que não sabe ao certo o que foi aquele furacão que assolou a sua vida: a regressão dos 9 meses, que na verdade pode ter início dos 7 aos 9 meses, é aquela situação em que a sensação é de caos absoluto! O bebê “desaprende” tudo o que tinha aprendido até aqui… pelo menos é essa a nossa sensação como mães, tá?

O bebê que já estava se alimentando direitinho, não quer mais comer, só quer mamar. O bebê que já estava com a rotina estabelecida, horários e intervalos regulares de alimentação/mamadas e sonecas… cada dia parece ser diferente! Não quer mais dormir, só quer colo, chora muito durante o dia e durante a noite também.

Quando é contrariado grita e chora sentido. Demonstra irritação, muita insegurança e infelicidade quando a mãe se afasta. Acorda toda hora, o sono é agitado, as sonecas curtas e o sono noturno é picado.

Quer mamar toda hora, não aceita o pai nem os avós, é difícil de consolar e acalmar. Briga para fazer a inalação, para por o cinto na cadeirinha, para tomar remédio… enfim comadre… ELES VIRAM DO AVESSO!

Mas calma 🙂  eu vou te explicar tudinho: o que acontece nessa fase, porque isso acontece e o principal- o que você pode fazer aí para contornar essa fase, que costuma ser uma das mais difíceis para nós mamães, e para os nossos filhotes também.

Nesse momento, ou nessa fase, temos muitas coisas acontecendo na vida do bebê e na nossa também, para aqui comigo para pensar:

  • a nossa volta ao trabalho
  • troca de cuidadora (agora quem vai cuidar do bebê ou é a “tia” do berçário, ou a vovó ou a babá)
  • introdução alimentar
  • dentinhos nascendo
  • o pico de desenvolvimento mais longo
  • doencinhas chegando
  • a angústia da separação instalada no bebê
  • o início da autonomia do bebê para se locomover (engatinhar, andar apoiado, caminhar)

Quando a gente fala assim, parece exagero, não é? Mas por quê situações tão naturais e corriqueiras são capazes de causar um estrago tão grande no nosso bebê e na nossa rotina!!!

Vamos conversar sobre cada um desses ingredientes da “Regressão dos 9 meses” ?

A psicologia tem um conceito ou um termo que é o “separação-individuação”, que explica de forma muito profunda e assertiva os estágios de como nós mamães vamos nos “separando” física e emocionalmente dos nossos bebês e também como nos sentimos e quais os desdobramentos disso para a nossa rotina, num curto prazo, e para a nossa vida como um todo. Se quiser se aprofundar mais nesse assunto, recomendo a leitura desse artigo aqui.

Fazendo uma interpretação bem prática de tudo o que já li e aprendi sobre isso, resumidamente, minha amiga é assim:

Quando o nosso bebê nasce, até o 4° mês de vida ele vive em estado simbiótico conosco, ou seja, ele depende da gente para tudo, sem ter ainda a consciência de que ele “é uma pessoa separada da mamãe”, que provê tudo que ele necessita física, psíquica e emocionalmente.

Os especialistas falam que nós também ficamos totalmente devotadas ao nosso bebê até por volta dos 6 meses de idade dele, que é quando começamos a sentir falta de nós mesmas: da mulher, da profissional, da amiga… e no bebê esse processo se inicia de forma MUITO LENTA E GRADUAL a partir do 4° mês de vida.

Quando o bebê começa a ter uma autonomia para se deslocar e se movimentar, ele então entra em contato com uma realidade muito chocante e assustadora para eles: eu e minha mãe somos seres separados, ela desaparece algumas vezes…  O bebê não tem nenhuma noção de tempo! E para ele, a mãe representa TUDO! O alimento, o acolhimento, o bem estar, a segurança… “E se ela não voltar nunca mais?” Ou ainda “Será que ela volta?”

Ou seja, para o seu bebê, a vida dele está ameaçada cada vez que você se afasta dele! E então conseguimos entender muitas atitudes deles nessa fase.

Essa é a “raiz” de todo esse terremoto que passamos nessa fase. Pelo menos emocionalmente falando, entende? Por isso “regridem”!

Por isso não querem mais comer,  não querem mais dormir, por isso estão tão chorosos e muitas vezes irritados. Não querem se afastar da gente…

E fisicamente, ainda temos vários complicadores como os dentes, os resfriados, e o cérebro deles trabalhando a velocidade da luz para tentar absorver todas as novidades que eles estão aprendendo.

Mas o que fazer então ?

Primeiro, eu preciso te dizer 2 coisas, com toda a sinceridade do mundo:

1- Não é o momento de ensinar nada, de avançar na alimentação, no sono, na rotina. A regra é sobreviver.

2- VAI PASSAR!! Tá demora… em média 6 semanas…

O QUÊ FAZER? ( e o que não fazer também … )

  • Não acumule duas mudanças  bruscas ao mesmo tempo. Por exemplo: não tire a livre demanda junto com a sua volta ao trabalho; faça a adaptação com a nova cuidadora pelo menos 10-15 dias antes de você voltar ao trabalho e, de preferência de uma forma gradual, etc…
  • Não leve para o lado pessoal! NÃO É CULPA SUA! É uma fase pela qual o seu bebê passa para se desenvolver.
  • Não se angustie e ajuste as suas expectativas. Se o seu afilhado, por exemplo, não passou por isso… sorte da sua comadre!! A imensa maioria dos bebês passam por esse momento difícil SIM.
  • Sempre se guie pelo bom-senso e sensibilidade. Mesmo no meio do caos, enfrentando um cansaço extremo, olhe para o seu bebê. Você sabe melhor do que ninguém o que ele está sentindo e precisando naquele momento!
  • Respeite os seus limites! SEMPRE!
  • Tente ter em mente alguns pontos importantes que, se você conseguir manter, depois da tempestade as coisas voltam para o lugar mais rápido e com menos sofrimento. Esses pontos seriam: o horário de acordar, os horários da 3 principais refeições, o horário de ir para a cama a noite.
  • Avançar nesse momento vai ser muuito difícil e até traumático então, tenha assim em mente: se eu não retroceder já sou vitoriosa. Resumindo: não consegue avançar? Se mantenha no mesmo lugar.
  • Tenha em mente que o seu bebê também está sofrendo, ok? Não é manha, birra ou manipulação. Isso NÃO EXISTE nessa idade.
  • Peça VERBALMENTE E COM TODAS AS LETRAS ajuda ao seu marido/parceiro! Esse momento fica um pouco mais leve se você tiver ajuda! Nem que você consiga outra ajuda para descansar um pouco de dia… Isso é sim muito importante!
  • Não tome nenhuma decisão precipitada, tendo o cansaço e o desespero como conselheiros. Por exemplo: não desmame o seu bebê ou ofereça complemento para ele, achando que o sono dele vai melhorar.
  • Tente outras alternativas como a cama compartilhada, por exemplo. Pode ser que nesse momento ela seja uma grande aliada do seu sono e descanso do seu bebê.
  • Sempre se certifique que o seu bebê está sendo atendido em TODAS AS NECESSIDADES DELE: físicas (se está bem alimentado), psíquicas (está se sentindo seguro, tem cuidadoras nas quais confie), emocionais ( está tendo toda a atenção, colo e acolhimento que precisa).
  • Sempre descarte problemas de saúde como refluxo, alergias, outras doenças. Converse muito abertamente com seu pediatra e esteja atenta.

Minha querida e exausta mamãe, essa fase vai servir como se fosse uma luz fortíssima sobre você, seu bebê e toda a rotina de vocês: ela vai trazer á tona uma rotina não fixada, associações negativas para dormir, uma introdução alimentar conduzida de maneira muito lenta ou incorreta mesmo.

Essa fase também, vai por à prova as suas escolhas como mãe como por exemplo a livre demanda, uso de chupeta, local onde o bebê dorme, “técnica” de introdução alimentar escolhida… vai te fazer questionar tudo sabe?

E lembra: NÃO EXISTE certo/errado! O que existem são escolhas que trazem consequências. E, ao meu ver é importantíssimo que VOCÊ FAÇA AS SUAS ESCOLHAS de maneira consciente, sabendo exatamente se elas estão alinhadas ao seus objetivos e se te levam aonde você quer chegar!

Aliás, esse é o meu papel aqui 🙂 Te mostrar o caminho! As escolhas serão sempre SUAS.

E então… quando as coisas começarem a esboçar uma melhora… quando você começar a ver uma luz no fim do túnel, aí sim é hora de por a casa em ordem!

Normalmente esses terremotos exigem algumas pequenas mudanças na rotina anterior. Feito isso, fixe os horários da alimentação, das sonecas, da hora de despertar e da hora de ir para a cama.

Seja consistente, persistente e paciente…

Uma vez eu ouvi uma frase, que se não me engano era do Rubem Alves que dizia que “ter e criar um filho não é uma plantação de eucalipto, mas sim de carvalho. Exige anos de dedicação, de consistência e paciência, para que vejamos os resultados …

Vamos juntas?

Conte comigo aí na sua batalha 🙂

Se você quiser/precisar de ajuda e do meu acompanhamento mais de perto, clica aqui e conheça o meu programa de consultoria “Recém-Mamãe Sono”, aqui, a maternidade é de verdade!!

A gente vai se encontrando!

Bjos e atétags-coracao

Lígia

 

 

O Sono do bebê – White noise e Canções de Ninar

O sono do bebê – Como o White noise e as canções de ninar interferem  na qualidade e quantidade do sono?

COMO e QUANDO é melhor usá-los? Antes ou durante o sono? Baixinho ou dominante no ambiente?

o sono do bebe

 

Oi Comadre! Esse é o nosso assunto aqui hoje!

A gente ouve muito falar, das maravilhas que os ruídos brancos ou “White noises” e das canções de ninar ou “lullabies” são capazes de fazer pelo sono do bebê, mas nem sempre fica muito claro os pormenores dessa história não é mesmo?

Então eu quero te contar como usar os dois e aproveitar ao máximo os benefícios que trazem SIM para o sono do seu baby e para a sua vida de mamãe cansada também 😉

AS CANÇÕES DE NINAR OU LULLABIES

São aquelas musiquinhas que a gente conhece bem, calminhas e normalmente com notas bem suaves.

Podem ser clássicas, adaptações de famosos para versões mais doces e delicadas, pode ser a sua voz cantando músicas que te falem ao coração e que você goste de cantar.

Elas devem ser tocadas ou cantadas bem baixinho, devagar, suavemente…

A melhor hora para usarmos as canções de ninar dentro da rotina de sono do bebê, é no ritual pré-sono ou pré-soneca, sabe?

Aquele momento em que já trocamos o bebê, já escurecemos o ambiente e o recolhemos, ou durante a massagem, ou durante a última mamada, ou depois, enquanto esperamos o bebê arrotar e o soninho vencer.

A importância do ritual, só explicando rapidinho aqui para você, é que o bebê associa esse momento ao sono.

É como se o cérebro do bebê, ao vivenciar os passos do ritual, já começasse a mandar mensagens para o corpo:” Vamos relaxar, abaixar a energia que é hora de dormir”.

E as musiquinhas,por quê incluí-las no ritual? Qual o papel delas nessa luta para o sono melhor?

Segundo a pediatra Ana Maria Costa da Silva Lopes, presidente do Comitê de Saúde Mental da Sociedade Mineira de Pediatria, “está provado que canções de ninar acalmam os pequenos e, além disso, que a música pode contribuir para a recuperação de bebês prematuros, auxiliando no seu desenvolvimento cerebral.A música é um aliado do processo cognitivo como um todo, um meio de comunicação entre o bebê e a mãe e um facilitador da entrada do bebê no campo da linguagem”.

O consenso é que, após o nascimento, a música influencia o estado de espírito do recém-nascido que, com a ajuda da mãe, relaciona os sons à ideia de proteção e tranquilidade.

A especialista em musicalização de bebês Melissa Lima, diretora da Casa da Música,aconselha os pais a criarem uma associação de música e a hora de dormir, já que as músicas conseguem promover com mais facilidade o relaxamento nas crianças.

Outra informação importante e sensacional: independente dos dotes musicais da mãe, a voz materna cantando SEMPRE acalma mais os bebês do que qualquer outra canção de ninar.

Veja mais nesse artigo aqui no portal Terra:

Os cientistas explicam que a música lenta, clássica ou com timbres que imitam caixinhas de música nos levam do estado alfa (alerta) para o estado beta (relaxado), neurologicamente falando.

OS RUÍDOS BRANCOS OU WHITE NOISES

O que é isso? Segundo a Wikipedia:

“O ruído branco é aquele que se distribui pelo espectro, tanto eletromagnético, quanto sonoro de forma constante, é um tipo de ruído produzido pela combinação simultânea tanto de frequências eletromagnéticas quanto sons, em todos os comprimentos de ondas.”

Traduzindo são sons que camuflam outros sons externos e que, têm efeito relaxante tanto para adultos quanto para bebês. Exemplo de ruídos brancos:

Ventilador, ar-condicionado, secador de cabelo, umidificador de ar, sons da natureza como chuva, mar e vento, batidas do coração…

Para o nosso caso aqui, que é o sono dos bebês, a explicação é que esses ruídos são velhos conhecidos dos bebês do tempo em que estavam no útero da mãe e, por isso acalmam e trazem conforto e segurança.

Os White noises também são excelentes para disfarçar ambientes barulhentos. Então, se o vizinho resolveu dar uma festa, se todas as crianças do prédio resolveram brincar no playground bem na hora da soneca do seu bebê, ligue o som com o ruído branco para disfarçar esse barulho de fora! Funciona muito bem.

Para surtir efeito, o White noise não pode ser tão baixinho como os lullabies (ou canções de ninar).

Recentemente a Pediatrics, uma publicação americana, lançou um artigo em que orienta que o ruído não ultrapasse os 50 decibéis  e que fique a uma distância mínima de 2 m do ouvido do bebê, para não haver prejuízos na audição.

Só lembrando que 50 decibéis é o som de um aspirador de pó! Não é baixinho não!

O melhor momento para utilizar o white noise é depois que o bebê adormeceu, já que os melhores efeitos observados com esse recurso, são para manterem o bebê dormindo por mais tempo, ou seja, serve para estender as sonecas e os temidos despertares na madrugada.

Você consegue baixar aplicativos grátis tanto com canções de ninar como de White noise para o seu celular. Tem playlists no Youtube, cd’s com sons e ruídos brancos, enfim… tem bastante opção se você quiser experimentar aí na sua casa.

Perguntei para as minhas alunas quais os melhores aplicativos que elas usam e indicam e aqui vai a lista:

E esses aqui são no Youtube:

Como eu AMO esse assunto e estudo bastante sobre isso, vale a dica de ouro:

NADA vai fazer pelo sono do seu bebê o que uma ROTINA vai fazer, ok?

Espero que goste das dicas desse post 🙂 Fiz com todo meu carinho para VOCÊ!

Se está passando perrengue aí e não sabe mais o que fazer? Se precisa da minha ajuda NO SEU CASO, na sua realidade e nas necessidades do SEU bebê, clica aqui  nesse link e conheça o Recém-Mamãe Sono- Muito mais do que uma consultoria !

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Lígia Coimbra

 

 

A volta ao trabalho- Dicas de como organizar

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Como organizar a volta ao trabalho, comadre?

Esse momento costuma ser muito temido pelas Recém-Mamães e, não vou te enganar… muito sofrido também!

Tudo que a gente gostaria seria continuar em casa, cuidando do nosso bebê, amamentando e acompanhando cada evolução do desenvolvimento deles muito de perto, não é verdade?

Sim, a gente sabe que até os 12 meses, o ideal seria que mamãe e bebê convivessem o mais tempo possível, que isso tem benefícios físicos e emocionais para os dois, e principalmente para o bebê.

Mas… entre o ideal e o possível… existe a vida real acontecendo todos os dias!

E, olhando por outro lado, a grande maioria das mamães de hoje, são mulheres que se prepararam para exercerem uma profissão, que gostam da sua liberdade financeira, e que participam ativamente no orçamento familiar com os seus ganhos! E talvez,  nem seja mesmo o caso de abandonarmos as nossas carreiras, a nossa autonomia financeira, nossos projetos…

Claro que existem muitos caminhos, muitas realidades diferentes, e a escolha de cada uma é legítima e deve ser respeitada.

O ideal, na minha opinião, seria um trabalho que não exigisse muuitas horas longe dos nossos filhos. Mas, infelizmente, nem sempre temos essa escolha!

E o meu objetivo aqui hoje, com esse artigo, é te dar algumas dicas de como organizar a sua volta ao trabalho, então, vamos a elas?

QUESTÕES EMOCIONAIS

  • -Tome a sua decisão e fique em paz com ela: NÃO SE CULPE!
  • -Não se prive de sentir NADA! Mergulhando a fundo no que está vivendo e sentindo, você consegue trabalhar isso melhor dentro de você.
  • -Não sofra por antecedência,não adiante os problemas e viva um dia de cada vez.
  • -Faça suas escolhas e tome as suas decisões sempre levando você, o que sente e o que acredita, em consideração: se respeite!

QUESTÕES PRÁTICAS

1-Se organize com antecedência (no seu trabalho e em casa):

Quando termina sua licença maternidade? Você tem férias acumuladas?

Existe a possibilidade de flexibilizar seu horário?Ou ainda de diminuir a carga horária (se você assim desejar?)

 

2- Quem vai cuidar do seu bebê na sua ausência?

Babá? Berçário? Algum parente? Como decidir?

Algumas situações que precisam ser levadas em conta, na hora da decisão:

Seu bebê é alérgico? Tem refluxo patológico?Alguma necessidade especial?

Essas são situações especiais em que talvez, seja bacana considerar que o bebê fique em casa ou seja cuidado por alguém mais próximo, até que esteja um pouco maior.

Do que o bebê precisa? AFETO, Segurança, alimentação e condições básicas de higiene, saúde e conforto.

Esses parâmetros devem nortear suas escolhas, e o MAIS IMPORTANTE DELES É O AFETO!

Claro que se considerarmos que as necessidades físicas básicas do bebê serão atendidas.

O que eu quero dizer aqui é que, seja a babá, seja no berçário, seja algum parente, precisa se conectar emocionalmente ao bebê e realmente “maternar”com ele!Esse cuidado, contato, aconchego, acalento é essencial para que ele se sinta seguro.

Importante falar aqui: Seu bebê SEMPRE SABE QUE “NÃO É A MAMÃE”, ok? Então nada de sentir ciúmes das cuidadoras 😉

Qual o seu orçamento?

Quais as distâncias para o seu trabalho, para o berçário ou para a casa da cuidadora?

Qual o seu horário de trabalho? Quais dessas opções se encaixaria melhor dentro da sua rotina?

Seja qual for a SUA decisão, procure fazer uma transição JUNTO com o bebê para que ele perceba que está com uma pessoa diferente, ou em um ambiente diferente, mas que está tudo bem, já que você está por perto.

Escolha o berçário antes, contrate a babá antes ou comece a deixá-lo algumas horas com a nova cuidadora e, acompanhe de perto os primeiros dias (pelo menos duas semanas).Vocês dois precisam de um tempo para se adaptarem e para se sentirem mais seguros com a nova realidade.

E em caso de doença do bebê ou falta da babá? Qual o plano “B”?

3-Como está a ROTINA do seu bebê HOJE?

Sonecas, alimentação-mamadas, banho, atividades, etc?

E a livre demanda? Acha melhor repensar isso já, ou deixa rolar até o momento de você sair?

Se puder, ajuste a rotina ANTES de voltar a trabalhar, nem que mude bastante depois.

O bebê que já tinha uma rotina anterior, se adapta muito melhor a uma nova rotina, do que um bebê que nunca teve rotina!

Ele vai sofrer um pouco mais se precisar entrar numa rotina, pela primeira vez, sem a sua presença.

4-Orçamento Familiar

Quanto o seu salário é importante para o orçamento familiar? É possível reduzir a sua carga horária?

Quanto custa o berçário? E a babá?

Você tem quem te ajude com as coisas da casa? (Roupa, comida, faxina…) ou vai assumir isso tudo também?

5- Alimentação do bebê

Depende da idade que ele terá.

Está no peito exclusivo? Como você vai fazer: Vai ordenhar e deixar estocado?Vai introduzir complemento? Aconselho alguma antecedência(dias) para que você vá ao Pediatra, peça as orientações e dê tempo de fazer a introdução gradual, que é o mais recomendado.

Seu bebê já estará em introdução alimentar?

Quem vai fazer as papinhas?  As compras?

Você pretende congelar? tem boas receitas?

Qual a linha de introdução alimentar você mais se identifica?

Garantir uma boa alimentação, seja em LM-LA ou papinhas (dependendo da fase do seu bebê) vai ajudar a evitar a amamentação em ciclo reverso.(aquelas famosas acordadas de hora em hora para mamar).

Mais umas perguntinhas básicas, minha amiga:

Quais momentos vai ter com SEU BEBÊ?

Quais momentos vai ter com SEU MARIDO?

E, mais difícil e igualmente importante:

Qual momento terá para VOCÊ?

Pense nisso 😉 Se cuide e conte comigo aqui!

Bjos

Lígia tags-coracao

 

 

 

O Sono do Recém-Nascido- Segredos e Dicas

o sono do recém-nascido

O sono do recém-nascido costuma ser um dos grandes vilões aí do período do pós-parto e pós-nascimento do nosso bebê, não é mesmo Comadre?

Você certamente já ouviu falar sobre a privação de sono das recém-mamães, dos bebezinhos que dormem muito picado, que acordam toda hora para mamar, que trocam o dia pela noite… Ufa!!

Ou, ainda pior, você pode já estar passando  por tudo isso aí… e se perguntando “O que fazer?”

Eu quero te contar aqui nesse post, os “comos e porquês” do sono do recém-nascido, combinado?

Então segue comigo 😉

 

O SONO DO RECÉM-NASCIDO

 

Quando os bebezinhos nascem, por mais estranho que isso possa soar para você eles NÃO SABEM ADORMECER SOZINHOS! E isso não é uma questão de comportamento ou “mau-hábito”… é uma questão FISIOLÓGICA!

“Como assim, Lígia?” O seu bebê não está fisicamente pronto ainda, minha amiga. Ele tem uma imaturidade no sistema nervoso dele, que o impede de diferenciar dia e noite, por exemplo. A glândula Pineal, que é a responsável pela produção da melatonina – um dos principais hormônios ligados ao sono- está completamente rudimentar quando nascemos e , começa a amadurecer por volta do 3° mês completo de vida.

Na verdade, o ser humano é a espécie que nasce “menos pronta”, do reino animal. Existe uma linha dentro da ciência médica que considera que os 3° primeiros meses de vida do bebê são, na verdade o 4° trimestre de gestação. O bebê ainda não estaria pronto para o mundo aqui fora, com várias funções orgânicas ainda amadurecendo e, o que mais traz segurança e bem-estar ao bebê nesse período é tudo o que se assemelha ao ambiente e à vida intra uterina.

Aqui nós precisamos ajustar alguns conceitos: Por exemplo, muitas de nós imaginamos que o ambiente intra-uterino era silencioso e paradinho… Vem comigo que vou te contar como era lá dentro, para você saber exatamente do que o seu bebê gosta nesses primeiros três meses:

  • escurinho e luzes fracas;
  • barulho do coração batendo, circulação de veias e artérias, movimentos peristálticos, sons e movimentos do estômago, vesícula, intestino; (esses sons são altos e dominantes no ambiente)
  • temperatura 36° C;
  • ambiente apertadinho;
  • o meio líquido e a nossa movimentação faz com que ele seja suavemente embalado o tempo todo;
  • ele recebe o alimento direto, não precisa fazer nenhum esforço para se alimentar;
  • ele ouve a sua voz e sente o seu cheiro 100% do tempo.

Aí minha amiga, pensa bem quanta diferença o pobrezinho encontra por aqui:

Luzes fortes, frio, tem que aprender a respirar, a mamar, a chorar, os ambientes são grandes…

Aí, não sei porque a gente acha que o melhor para ele/ela é deixar no berço-carrinho-bebê conforto, no silêncio, na claridade para não acostumar mal e não trocar o dia pela noite…

Olha só que descompasso!! É por isso que os bebês choram muito, não querem mamar, não dormem tranquilos.

É tudo MUITO diferente para ele!

Aí ouvimos nossas mães e tias dizendo: não fica tanto com ele no colo, vai ficar mal acostumado!!

Comadre de Deus… Eu sei que cansa, eu sei que a gente precisa tomar banho, ir ao banheiro, comer alguma coisa, mas anota o que eu vou te dizer:

QUANTO MAIS PRÓXIMA FISICAMENTE VOCÊ FICAR NOS 3 PRIMEIROS MESES DE VIDA DO SEU BEBÊ MELHOR PARA VOCÊ E PARA ELE/ELA!!

Essa proximidade estreita o vínculo, ajuda na produção do leite, vocês vão se conhecendo, se conectando. Isso traz uma segurança e um sensação de plenitude para vocês dois.

E a gente fica querendo que o nosso bebê durma sozinho, no berço, por oito horas seguidas!!

E ainda tem outro fator: a capacidade gástrica de um Recém-Nascido é MUITO pequena, por isso eles precisam mamar em intervalos de tempo muito curtos.

E aí, tem o intestino que também é super imaturo e funciona a cada mamada do bebê, produz muitos gases… E tem também a imaturidade dos esfíncteres do sistema digestivo superior, ou seja, o bendito refluxo fisiológico – que acomete 100% dos bebês!! E tem o reflexo de Moro, que é aquele “susto” que o bebê leva, chacoalha as mãozinhas, quando é posto de costas, que faz com que ele acorde com mais frequência.

Para pra pensar então: será que o sono do seu/sua bebê é anormal, ou você que está com uma expectativa equivocada para esse momento?

Calma… eu vou te dar algumas dicas para tornar esse momento um pouco mais tranquilo para vocês dois:

O SONO DO RECÉM-NASCIDO: DICAS DE COMO  MELHORAR

-coloque-o para dormir em ambientes menores(mini berços, bebê conforto, carrinho) ou use o ninho ou redutores de berço mesmo para ele se sentir mais seguro

-Faça a livre demanda nesse comecinho (se ele estiver sendo aleitado do peito), assim ele fica mais satisfeito e dorme um pouco mais e melhor.

-Durma no mesmo ambiente que o bebê. A Sociedade Americana de Pediatria e a Sociedade Brasileira de Pediatria, recomendaram recentemente que os bebês até um ano devem dormir no mesmo ambiente que os pais (co-sleeping) por motivos de segurança, ( se o bebê se engasga a chance da mãe ouvi-lo no mesmo ambiente é maior) e também por prolongar o aleitamento materno ( por causa da proximidade e facilidade, as mães acabam amamentando os bebês por mais tempo).

– Pesquise o Dr. Harvey Karp e a sua técnica dos ” 5 S “. Ele é professor da Universidade de UCLA, nos EUA e autor do best seller “O bebê mais feliz do pedaço”.

A sigla é em inglês e na técnica, basicamente, ele nos ensina a enrolar o bebê ( fazer um charutinho sabe?) , segurar o bebê de lado ou com a barriga para baixo ( MAS NUNCA COLOCÁ-LO ASSIM NO BERÇO!! é só para embalar, ok?), embalar, fazer “shshshsh”, oferecer algo para sugar (cuidado com a confusão de bicos).

-O Recém-Nascido ainda consegue dormir na sala, no barulho, enfim… desde que esteja limpinho, bem alimentado e com você por perto! Isso vai mudar mais para a frente… aproveite agora 😉

-O sono dos bebês é “agitado” mesmo, já que segundo especialistas, é composto em 75 – 80% pelo sono REM, que é o sono em que sonhamos muito, movimentamos o corpo, e é também o momento que nosso cérebro está fixando tudo o que aprendemos durante o dia.

Nos adultos a proporção é inversa: o nosso sono é 20-25% REM e 75-80% o Não REM , que é o sono mais profundo. Então NÃO SE ASSUSTE nem se preocupe com isso! Seu bebê vai se mexer, se espremer, gemer, ás vezes sugar, sorrir, e até dar um chorinho, mas tudo isso SEM ACORDAR! E nós, muitas vezes vamos lá e pegamos o bebê achando que ele está chorando, ou que tem algo errado e o coitadinho nem acordado estava!! Somos NÓS quem acordamos nossos bebês muuitas vezes… acredite!! rsrs

-Faça Shantala no seu bebê a partir do 1° mês de vida em bebês que nasceram a termo. A Shantala tem inúmeros benefícios para o seu bebê e para o vínculo de vocês dois. Esse post no site “Bebê Abril” está bem completo, se você quiser aprender como fazer.

-Ajuste as SUAS EXPECTATIVAS minha querida e cansada amiga! Dormir “a noite inteira” para a enorme maioria dos bebês é : acordar a cada 3 h para mamar até que a alimentação seja introduzida e suficiente para ele aguentar um intervalo de 5-6 até 8 horas, ok?

-Não se deixe abater por comparações, críticas ou julgamentos. Se o filho da vizinha, ou o seu sobrinho dormem 8 horas por noite desde que nasceram ELES SÃO EXCEÇÃO!! E você não vai, em sã consciência pautar as suas expectativas em exceções, certo?

Agora uma dica de ouro de comadre: Não permita que essa dificuldade com o sono do seu bebê te leve para baixo, ou te faça duvidar da sua capacidade de cuidar dele/dela integralmente. A ansiedade, a frustração e o cansaço são uma combinação bombástica para esse momento em que você precisa de calma e tranquilidade para amamentar, para se conectar ao seu bebê e para descobrir a SUA forma de viver e sentir a MATERNIDADE!

Conte comigo nessa luta para aprender mais sobre o sono do recém-nascido ;))

Se precisar de uma ajuda mais individualizada, clica aqui e conheça o “Método Recém-Mamãe Sono” que eu criei e que já ajudou muitas mamães e seus bebês a resgatarem seus dias e noites de sono, sua rotina, sua auto-estima de mamães e até mesmo seus casamentos !!

A gente vai se encontrando por aqui!

Bjos e atétags-coracao

Lígia

Uma Carta Para o Recém-Papai

carta-ao-recem-papai

 

Oi Comadre, tudo bem?

Muitas mamães têm me pedido para escrever algo para servir de orientação para os papais, que também estão tentando entender qual é o seu papel nessa história linda que é o nascimento de uma família.

Então… aqui está 😉

Leia com os seus olhos e com seu coração e, se concordar, mostre para ele, compartilhe, leia junto! Quem sabe até não conversam um pouco mais sobre o assunto…

Espero que  gostem.

 

“CARTA PARA UM RECÉM-PAPAI”

” Meu amor, eu tenho tantas coisas para te dizer que nem sei por onde começar…

“Do começo é sempre melhor”, não é assim que você me diria?

E prometo que tentarei ser prática e objetiva… tá bom, sei que é quase impossível (você deve estar pensando…), mas vamos lá 🙂

Desde quando recebemos a notícia que o nosso bebê estava a caminho, além da imensa alegria e amor que vi nos seus olhos e no seu sorriso, pude perceber o peso da responsabilidade que você sentiu, já que agora, você teria que assumir um novo papel, mais adulto mais maduro, de pai, de protetor de provedor. Sei que isso não é facil. Sei que ás vezes pensa que não vai dar conta!

Mas EU SEI que você vai! Nós estaremos juntos. Eu sei que lidar com as suas emoções não é muito confortável para você…e sei que um filho, o nosso filho te obrigou a isso. Sei também que você se viu diante da sua própria infância, do tipo de cuidado e de carinho (ou a falta disso) que recebeu lá atrás, eu também me sinto assim.

Deve ter pensado muitas vezes, ou imaginado, como você será como pai… carinhoso ou distante? Babão ou general? As vezes também passou pela sua cabeça que você não conseguirá ser o pai que você teve, ou ainda, que você quer muito fazer e ser melhor.

Você ainda precisou lidar, na gravidez, com o meu humor que ia de 0 a 100 em minutos, meus enjôos, sonolência, ataques de choro sem explicação, desejos malucos… muitas vezes me pegou quieta, só pensando e, tentou ler meus pensamentos. Exames sem fim, consultas médicas, dúvidas, medos e noites sem dormir…e você ali do meu lado meio sem saber o que fazer! Se bancasse o forte, para me dar segurança, corria o risco de ser taxado de insensível, se ficasse apavorado, eu ainda te dizia que você não estava ajudando!!

Aí vieram as mudanças no meu corpo, primeiro discretas e até bem vindas, e depois, desconfortáveis e desafiadoras. Tivemos que nos reinventar em tempo, posições e descobrir um amor mais calmo e mais maduro. Você me dizia que eu estava linda, mas eu via no seu rosto estampado: “meu Deus, que barriga é essa? Será que um dia vai voltar?”

Meu assunto, preocupações, minha energia, meus choros e minhas alegrias passaram a pertencer exclusivamente ao nosso bebê.

Você participando de tudo, mas eu sempre te cobrava mais: conversa com o bebê! Passa a mão na minha barriga! E você me dizia com seus olhos : “Que loucura é isso, gente?”. Acredite, isso é sim muito importante! Tanto para você quanto para o nosso filho.

E você fazendo contas e mais contas, planos e mais planos, sonhou até com a formatura do nosso filho e já começou a fazer uma poupança. Comprou para ele um body do seu time de futebol favorito e nos durante os exames de ultrassom ficava ali fazendo cara de quem estava entendendo tudo, quando na verdade queria mesmo saber se era certeza de que era só um bebê mesmo e, se era um meninão ou se era a sua princesa que estava chegando.

Eu fui ficando cada vez mais ansiosa com o momento do parto, preocupada que tudo estivesse pronto, angustiada que o nosso bebê viesse na hora certa, perfeitinho e com saúde e você fazia de tudo para me acalmar… me dizia que tudo ia sim correr muito bem. Mas eu ouvia os seus pensamentos que diziam: “Que medo de perder você”.

Até que chegou o grande dia! O dia de conhecermos o nosso bebê. Você ali, posando de forte, checando as malas, a máquina fotográfica, fazendo piadinhas… mas não conseguiu nem pentear seus cabelos … muito apreensivo.

E chegou o momento! O momento do nascimento da NOSSA FAMÍLIA, da nossa história. E você não conseguiu esconder as lágrimas quando pegou nosso bebê e olhou bem para os seus olhinhos.

Tudo correu muito bem! Agora o próximo desafio: eu aprendendo a amamentar, nosso filho aprendendo a mamar.

Agora nesse momento, eu te peço: seja respeitoso comigo, eu preciso tanto do seu apoio incondicional!! Me ajude no que conseguir: fique do meu lado, segure na minha mão, olhe bem para mim e me dê aquele seu sorriso, sabe? Assim que sei que tudo ficará bem.

Tente não fazer comparações e críticas. Só me apoie… Com você ao meu lado eu sei que posso conseguir. Confie em mim, não fique falando de oferecer complemento, que o bebê está chorando de fome, que eu não tenho leite… Ou ainda entenda que no começo, amamentar é MUITO dolorido sim! Não é frescura e nem estou querendo chamar a atenção…

Por mais estranha que eu esteja, barriga ainda arredondada, cara lavada, descabelada, exausta… NUNCA, em hipótese alguma, faça algum comentário jocoso ou irônico sobre o meu corpo ou a minha aparência! Nesse comecinho eu já estou me sentindo feia o suficiente, estranha, insegura, cansada, fragilizada e, tudo que eu preciso é de carinho, cuidado e atenção.

Eu sei que você se sente meio deslocado, meio sem saber o que fazer… se sente desajeitado para pegar o bebê, não sabe ainda trocar, dar o banho… mas eu também não sei!! Que tal aprendermos juntos?

Na madrugada, quando nosso bebê chorar, você não consegue amamentá-lo, mas você pode trazer ele para mim e , depois, colocá-lo para arrotar e fazê-lo adormecer novamente! Você pode me ajudar a sentar de forma confortável. Você pode me trazer um copo d’água! Amamentar dá uma sede …

Olhe para mim com carinho e admiração, mas não me confunda com a sua mãe. Eu continuo sendo a sua mulher! Seja paciente, carinhoso que, em pouco tempo voltaremos a namorar, a ter nossos momentos. A natureza é muito eficiente e em 30-40 dias, meu corpo estará recuperado… talvez a minha cabeça ainda não esteja pronta: o bebê suga toda a minha energia, não me sinto sexy, meu peito dói e vaza leite, meu peso ainda não voltou ao normal…a lingerie do pós parto e de amamentação não é a coisa mais bonita do mundo. Mas é só um momento….

Eu me sinto mergulhada num terremoto de emoções tão fortes e desconhecidas que, muitas vezes me esqueço até de perguntar como foi o seu dia.. me desculpe por isso! Eu sei que você chega em casa cansado, querendo tomar um banho, conversar, jantar uma comida gostosa e quentinha…. eu também preciso disso! Não me cobre, me ajude! Os meus dias aqui sozinha, com um bebê, ás voltas com xixis, cocôs e choros também não são exatamente tranquilos!!

Segure o bebê por alguns momentos! Aprenda a consolá-lo, a fazê-lo dormir. Eu sonho com um banho mais demorado, com a minha privacidade para ir ao banheiro sossegada. Eu preciso estar bem alimentada para amamentar nosso filho então, fique com ele para eu conseguir fazer pelo menos uma refeição decente.

Me ajude a manter a serenidade, me ajude a buscar ajuda se preciso for, sempre converse comigo. Esteja atento. Você me conhece tão bem… sabe bem reconhecer se estou chegando ao meu limite.

Seja paciente com a minha mãe. Ela é peça fundamental desse momento para mim! É um ciclo que está se fechando para que outro se inicie, e eu, ela e nosso filho precisamos viver isso juntos.

E muitos desafios ainda virão. A minha volta ao trabalho, os dentinhos nascendo, doenças começando, o sono do bebê um caos, a introdução alimentar, o desfralde, a entrada dele na escolinha… e nós precisamos de você! Nós precisamos passar por isso juntos.

A forma como decidirmos ou conseguirmos viver esse momento, vai ser determinante para toda a nossa vida e relacionamento, sabia? E, os especialistas falam que o amor, amparo e acolhimento que eu consigo dar ao nosso bebê nesses primeiros meses é exatamente proporcional ao acolhimento que EU recebo de você, da minha família! E você ainda acha que o SEU papel nessa história não é importante?

Não se sinta enciumado! Não te deixei de lado não! Lembra que estou cuidando do NOSSO filho e, ainda estou aprendendo a lidar com esse amor tão grande.

Eu sei que muitas vezes não entende o seu papel e a sua importância nesse contexto. O bebê prefere o meu colo, os meus cuidados,muitas vezes até chora quando vai com você! E eu só penso e falo dele, não é mesmo? E você?

Nesse monte de coisas que venho lendo e aprendendo, descobri que o papel do pai, é levar o filho para o mundo! A mãe acolhe, recolhe, e o pai leva e conduz! Você é a primeira pessoa que mostra ao nosso filho que ele pode confiar em mais alguém, além de mim. Representa autoridade e segurança.

Não se afaste da gente! Nós precisamos de você…”

 

Espero ter te ajudado!

A gente se encontra  por aqui

bjos e atétags-coracao

Lígia Coimbra

 

 

 

 

 

 

O Sono do Bebê e A Regressão dos 4 Meses

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o sono do bebê

O Sono do Bebê

A REGRESSÃO DOS 4 MESES

Fala comadre! Tudo jóia?

O sono do bebê está pior que nunca? ele/ela está te dando uma canseira para dormir?

Só dorme picado, no colo ou no peito, embalado. Briga com o sono, chora para dormir e acorda toda hora?

Não se sinta sozinha e nem culpada….

Cansada exausta e perdida… Isso sim é inevitável, não é mesmo?

A gente sempre escuta falar o seguinte:

Bebês até 3 meses não dormem mesmo!

Bebês só começam a esboçar uma rotina a partir dos 3 meses e AÍ o sono do bebê vai melhorar…

Será?

Eu preciso te contar… eu andei mergulhando a fundo em estudos e pesquisas em fontes fora do Brasil, sobre o sono do bebê aos 4 meses e o Sono do bebê aos 8-9 meses. Por quê essas fases?

Se você tem um bebê com essa idade já deve saber a resposta:

Nessas duas épocas EM ESPECIAL, o sono do bebê vira do avesso! Por quê? O que acontece?

O que fazer durante esse período? O que fazer depois? E o que não fazer?

É isso que eu vou te contar aqui hoje!

Como o assunto é MUUIITO extenso, eu vou separar em parte 1 e parte 2 .

Hoje aqui, vamos falar sobre o sono aos 4 meses e no próximo post, conversamos sobre o

sono aos 8-9 meses, combinado?

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Entendendo melhor os “por quês”da Regressão dos 4 meses

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A gente pensa: agora já passaram as cólicas, agora parece que as mamadas já estão mais espaçadas… agora o meu bebê vai começar a dormir melhor!! E não entendemos o que acontece aos 3 meses e meio ( em média)… Por quê o sono PIORA! Agora o bebê briga para dormir, não quer mais dormir de dia, faz sonecas muito picadas, acorda toda hora durante a noite…. O que está acontecendo afinal?

Vou te explicar. Para começar, nessa fase eles atravessam um pico de desenvolvimento muito longo e difícil.

Com algumas pequenas diferenças, o que nós aqui no Brasil chamamos de “Picos de Desenvolvimento”, lá nos EUA os especialistas chamam de “Regressões do sono”.

Você se lembra o que são os picos de desenvolvimento?

São períodos em que o nosso bebê está aprendendo novas e importantes habilidades, que o cérebro precisa trabalhar à velocidade da luz para tentar processar e fixar aquela novidade, aquele aprendizado.

Quando o cérebro está funcionado assim, é como se ele não conseguisse “desligar”, entende?

Numa explicação bem simplificada é isso o que acontece.

Nos bebês de 4 meses o que está acontecendo é que, até os 3 meses, 3 meses e meio, a visão deles ainda é muito limitada e é um dos sentidos que mais se desenvolvem nos primeiros meses, quando há o amadurecimento acelerado das conexões entre as células dos olhos e a parte do cérebro responsável por traduzir em imagens as informações captadas .

A audição, apesar funcionar perfeitamente desde o nascimento, o bebê ainda leva uns meses para começar a interpretar a origem e o significado dos sons.

E nesse momento, aos 4 meses, a visão que antes era preto e branca, limitada e sem distinção de formas e cores, tem um salto enorme! E juntamente com isso, o bebê já consegue interpretar alguns sons! Ou seja, minha amiga: O seu bebê começa a descobrir o mundo!

Observa o ambiente, luzes, cores, vozes, sons, animaizinhos, brinquedos!! E dormir já não é mais “tão interessante”.

E cada nova descoberta dele, o cérebro precisa ir organizado e catalogando as informações, que são MUITAS!Então, minha amiga…é aí que começam os problemas de sono dessa fase.

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    O Quê Fazer?

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Primeiro, mantenha a calma e tenha em mente que você não está fazendo nada de errado, e nem existe nada de errado com o seu bebê!

Existe sim um caminho! Ah! E antes que você se sinta tentada a pensar:” Já que é só uma fase, vou esperar passar”.

Não faz isso! Sabe por quê?

Os especialistas dizem que, nessa fase é o primeiro aprendizado sobre o sono que o bebê entra em contato e que, dependendo da forma como esse momento for conduzido, o bebê pode adquirir hábitos ruins, que perduram muito tempo! Na verdade, até que você reestruture os hábitos dele/dela. E quanto maiorezinhos eles vão ficando, mais difícil é fazer esse caminho de volta!

Um exemplo prático:

Seu bebê agora demora muito para pegar no sono e, você tenta de tudo o que imagina, para acalmá-lo e … sem perceber começa a balançar o bebê, você fica de pé, andando com ele pela casa…O que vai acontecer?Ele vai se acostumar a isso, e pior, vai entender que só é possível adormecer assim- sendo chacoalhado e andando pela casa!Imagina isso quando seu bebê estiver com 8-9 Kg? Entende o que eu estou dizendo?

Devemos tentar evitar a qualquer custo as “associações negativas”, que é como são conhecidos esses recursos que lançamos mão para sobrevivermos a esse momento!

O que fazer então?

1°- Observe seu bebê e ANOTE TODA a rotina dele por uns 5-7 dias.

Aí, baseada nessas observações, você pode planejar um esboço de rotina que você consiga manter consistentemente todos os dias, e que respeite as necessidades e particularidades do seu bebê. A Rotina traz para o bebê segurança e previsibilidade. Não ache que você estará massacrando ou judiando do seu bebê por estabelecer uma.

2°- Ao estabelecer uma nova rotina, já tenha em mente, minha amiga, que vários ajustes de rota serão necessários… até que você e o seu bebê se encaixem aí, num esquema que realmente funcione! E isso NÃO É rápido!

3°- Lembre-se que ROTINA não é só relacionada ao sono!Rotina são TODAS as atividades relacionadas ao bebê e á casa: horários que mama ( se alimenta), passeios, banhos,banhos de sol, que hora a mãe/pai saem de casa para trabalhar, que horas a mãe/pai chegam em casa, a rotina pré-s0necas, os horários das sonecas e do sono noturno, etc

4°- Consistência, persistência e paciência

Se você já tentou mudar um hábito seu, ou instalar um novo hábito na SUA rotina, então já sabe que isso é gradativo e lento … que é um processo! Não é milagre, nem tem uma chave que viramos, para que as mudanças aconteçam. Por isso é tão importante que você saiba para onde está indo e tenha confiança na escolha desse caminho.  Assim você terá a persistência necessária para essa jornada. A ciência fala em 67 dias para o nosso cérebro (adulto) incorporar ou excluir um hábito.

Então, tente os novos hábitos por, pelo menos 1 semana, antes de achar que não está funcionando e desistir…

Depois de uma semana, se tiver alguma estratégia que absolutamente não está funcionando, aí você reavalia e altera o que achar necessário.

5°- Estabeleça UMA mudança de cada vez, senão você não saberá o que está e o que não está funcionando.

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  QUANDO DEVO AGIR?

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Na hora do olho do furacão, em que tudo parece ter virado de pernas para o ar, seu bebê está “do avesso”, você exausta e insegura… esse não é o melhor momento.

Reúna forças e espere a tempestade passar. Quando seu bebê começar a esboçar uma melhora, aí é a sua hora de entrar em ação e implementar as mudanças que achar adequadas e necessárias.

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   O QUÊ NÃO FAZER?

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Não se sentir culpada;

Não agir por impulso;

Não se deixar abater por comparações, críticas ou palpites;

Não tentar encaixotar o seu bebê em nenhuma “técnica mirabolante” que não tenha a ver com você ou com ele;

Não sentar e esperar passar… Eu tenho que te falar uma coisa: NÃO VAI PASSAR … E quanto mais tempo levar, mais difícil vai ficar.

A importância dessa fase dos 4 meses para o seu bebê é que, é nesse momento que ele vai estar tendo contato, pela primeira vez, e de verdade com o aprendizado sobre o sono (mesmo que você já tenha feito isso desde que ele nasceu, só agora ele consegue compreender e responder ao que você ensina para ele).

Então, o que ele aprender (ou desaprender) agora, vai perdurar, muitas vezes pela vida toda! A hora é AGORA minha amiga, para estabelecer hábitos e rotinas saudáveis para o seu bebê, para a sua família e para a sua casa.

Por exemplo, se você anda pela casa, chacoalhando o bebê para ele dormir, ou se ele só dorme no peito, ou se ele mama toda hora de dia e de noite… ele vai entender que é assim que funciona! Ele vai APRENDER  que ele só pode dormir se for chacoalhado e com você de pé andando pela casa… ele vai APRENDER que ele só consegue dormir no peito… enfim , entende?

Se esse é o momento em que ele está pronto para aprender, e que vai levar isso para toda a vida, ENSINE O CAMINHO CERTO PARA ELE!!

Fácil e milagroso… não é! Mas pense que o  tempo vai passar e, aonde você pretende estar daqui a 2 meses, daqui a 4 meses, daqui a 6 meses? Pior, exausta, desesperada? E o seu bebê? Irritado, sem dormir direito, e com todos os prejuízos que a privação do sono traz? É possível sim que VOCÊ construa o seu caminho e planeje como, quando e onde quer chegar!

E o que é o “caminho certo”?

É o que VOCÊ julgar certo! Se você acha que o “certo” é você amamentar o seu bebê a madrugada toda, mesmo depois dos 3 meses… vá em frente!

Se você acha que o certo é fazer cama compartilhada, vá em frente! Se você acha que o certo é estabelecer horários, fixar rotinas , vá em frente!

O meu papel aqui NUNCA é de juíza nem de dona da verdade não! Deus me livre desse fardo! rsrs

O meu papel aqui é te explicar os porquês e te falar sobre as consequências das escolhas que VOCÊ fizer!

As escolhas sempre serão suas e, para mim, o importante é que você faça as suas escolhas de forma consciente.

Comece HOJE!! Sabe por quê?

AMANHÃ É … NUNCA MAIS!!

Eu acredito em você e, tenho certeza de que tem aí dentro tudo o que precisa para acertar o sono do seu bebê e se realizar com a maternidade, de verdade!

Eu escrevi um outro post bem completo, um verdadeiro “Guia do Sono do bebê”, para ler, clica aqui.

Nesse outro post tem os 7 fatores que podem interferir no sono do bebê. Se quiser ler, é só clicar aqui. 

E sobre a cama compartilhada, você tem alguma opinião? Nesse post aqui, eu converso com você sobre o assunto.

Agora, se você quiser a minha ajuda mais de perto, o meu acompanhamento pessoal e individualizado, conheça o meu curso “Recém-Mamãe Sono”. Clique aqui para conhecer mais sobre o curso que tem ajudado a centenas de mamães e que pode te ajudar também.

Bjo e atétags-coracao

Lígia

Os 3 maiores inimigos das Mamães

Portrait of happy mother and baby

Oi Comadre! Tudo bem?

Como sempre, gostaria de começar a nossa conversa te fazendo uma pergunta –

eu faço isso para te fazer pensar, ok? 😉

BASEADA EM QUE  VOCÊ TOMA AS SUAS DECISÕES?

 

A gente costuma pensar que nossas decisões são tomadas baseadas em fatos concretos e lógicos como informações técnicas, números e validações ciêntíficas, mas a neurociência já tem a certeza de que todas as nossas decisões são tomadas pelo nosso “cérebro emocional” ou seja : Nós, os seres humanos tomamos TODAS as nossas decisões baseados nas EMOÇÕES  e depois , validamos essas decisões com alguma ” desculpa racional”.

Agora para pra pensar aqui comigo um pouquinho QUANTAS decisões você toma por dia?

Baseada em que você toma essas decisões? Em quais sentimentos ?

Qual a diferença faz na sua vida e na vida e na educação do seu(s) filho(s) essa ou aquela decisão?

E vou além: como as nossas decisões impactam a formação, educação e saúde física e emocional dos nossos filhos?

 

Partindo dessas reflexões, eu parei para pensar que, se os sentimentos são a matéria prima das nossas decisões, devemos cultivar com muito carinho os sentimentos positivos, prestar atenção quais deles estão alinhados aos nossos objetivos como mães e como mulheres e, por outro lado, evitar os negativos e destrutivos ao máximo!

Mas somos humanas não é verdade?

Como evitar esses sentimentos? Sentimentos ruins, infelizmente são tão presentes na nossa vida quanto os bons!!

Certamente não podemos evitá-los, mas conseguimos sim, escolher o que fazer com cada um deles!

E o objetivo dessa nossa conversa aqui, é te falar quais são os 3 piores, na minha opinião e dar o seguinte ALERTA:

NÃO TOME SUAS DECISÕES BASEADA NELES!

  • A culpa,
  • A frustração e
  • O cansaço.

O que fazer? Respire fundo, conte até 10, deixe para mais tarde ou para nunca mais… Reflita e, quando sentir que

está dominada por sentimentos saudáveis e produtivos, aí sim, é a hora de decidir. Não aja por impulso…

Vou te dar alguns exemplos práticos para você conseguir encaixar isso melhor aí, na sua rotina de mãe:

Evite decidir oferecer a chupeta ou o complemento para o seu bebê na madrugada, depois dele chorar por quase uma hora e você não saber mais o que fazer. Tome essa decisão ANTES, se possível. Senão, deixe para pensar melhor no outro dia e já ter os planos B e C  em mente, se preciso for!

Sabe aquela semana que o nosso bebê resolve que vai dormir só 2 horas por noite … e que vai acordar de hora em hora… então, esse não é o melhor cenário para decidir pelo desmame precoce dele, ou pela cama compartilhada. Sobreviva a esse momento e, espere a poeira abaixar para tomar a sua decisão, seja ela qual for!

Lembre-se de que o papel de educar seu filho (a) é seu, assim como de ensinar os limites, o que é certo e o que é errado…Se você voltou a trabalhar, ou se acha que está trabalhando demais e se sente culpada por isso, não se deixe guiar pela culpa! Não fique tentada a ser permissiva demais, ou pior ainda, tentar compensar com brinquedos e “presentes” o tempo que passa longe dele(a). Prefira a conversa franca! Por menores que eles sejam… eles vão entender e admirar você por isso.

Antes da gente continuar nosso papo aqui,preciso deixar claro que não sou contra chupeta, ou complementação necessária, ou cama compartilhada, ok? Se você já me segue há algum tempo, sabe das minhas posições 😉

Bom, eu poderia te dar vários exemplos aqui mas, acho que você já entendeu, não é verdade?

Essas dicas de hoje, minha amiga, se você parar um pouquinho para pensar, são aplicáveis a qualquer área da sua vida: casamento, carreira, dieta e saúde, vida financeira e na maternidade também!

Esteja atenta e, antes de perder o controle desse barco, decida a favor dos seus objetivos!

Estou te convidando a ser autora da história da sua vida e não expectadora… ou pior ainda:

Vítima dos seus impulsos, decisões precipitadas e não refletidas, que trarão consequências indesejáveis para você e seu filho!

Eu te convido, minha amiga, a fechar os olhos e, pensar:

  • Que mãe VOCÊ quer ser para o seu filho? As suas atitudes e decisões de hoje, estão coerentes e alinhadas com esses objetivos?
  • Qual é a SUA opinião a respeito de questões importantes da maternidade como aleitamento, sono, alimentação, chupeta, volta ao trabalho, etc ?
  • Como VOCÊ se sente em relação ao seu filho(a) , marido, mãe, sogra, seu trabalho, seu corpo …? Se tem alguma questão te incomodando, o que você pode fazer a respeito disso?

Não são perguntas fáceis, eu sei!!! rsrs

Eu estou dividindo aqui, com você, como EU faço para tomar as MINHAS decisões.

Se está certo ou errado? Não sei !!!

Em alguns momentos tem uns curto-circuitos sim! Em algumas horas a vontade é de comprar uma viagem só de ida para o Taiti – sozinha, claro!! rsrs

Mas em média, tem funcionado bem.

Como tem sido a sua vida de mãe? Mais difícil e complicada do que esperava?

Qual o seu truque, ou o seu jeitinho, para passar por esse momento de peito aberto e de cabeça erguida? Conta para mim… Eu ADORO conversar com você!!

Adorei o nosso papo de hoje e espero ter te ajudado um pouquinho!

Bjos e atétags-coracao

 

Lígia Coimbra

Como se preparar para ser “Mãe”

como-me-preparar-para-ser-mãe

Fala Comadre, tudo bem?

Muitas mulheres , futuras mamães e Recém-Mamães me procuram, me escrevem perguntando o que é ser mãe?

“Como me preparo para a maternidade? O que devo aprender? O que devo esperar?”

E cada vez mais, convivendo com as mamães aqui nas redes sociais, com as minhas alunas do Recém-Mamãe, eu tenho a certeza da diferença que faz o “estar preparada”!

Mas afinal, o que é “Estar preparada para a maternidade”?

Vamos conversar sobre isso?

Vou te fazer algumas perguntas, para que você descubra as suas respostas, ok?

É dessa forma que eu acredito que posso verdadeiramente te ajudar 😉

Se quiser, assista a esse vídeo em que converso com você sobre isso e depois, leia as perguntas e reflita.

  • Como vai ser a sua vida após o nascimento do seu bebê? A sua rotina?
  • Como vai ficar o seu relacionamento? Aliás, como é hoje o seu relacionamento? ( se é que você tem um). É saudável, maduro, de parceria e companheirismo ou te faz mal, te põe pra baixo e não existe confiança?
  • Como vai ficar seu corpo? Você espera que ele fique como? E o que planeja fazer para tê-lo de volta?
  • E a sua casa? Tudo arrumadinho, clean, e organizado?
  • Como vai ser o seu trabalho ou a sua carreira?
  • Quem vai te ajudar com a casa, a roupa, a comida? E com o bebê?
  • Como está a sua relação com a sua mãe, com a sua família?
  • Como você lida com palpites, críticas, julgamentos e comparações?
  • Você está se preparando, aprendendo como amamentar, como cuidar e atender o seu bebê ou está confiando no seu “Instinto”?
  • E a sua vida social? Restaurantes, compromissos, viagens… Você acha que continuará tudo do mesmo jeito? Qual é o custo, ou o valor disso para você?
  • Como é ficar em casa para você? Sem sair muito, sem se arrumar muito, sem ver muita gente?
  • Como é dedicar todo o seu tempo, a sua energia, seus pensamentos enfim… todas as suas forças para outra pessoa? Isso é a amamentação em livre demanda. Já pensou sobre isso?
  • Já pensou que o seu bebê é um ser único e que pode não se encaixar em nenhuma regra ou técnica conhecida?
  • Como foi a sua infância, o seu nascimento? Você sabe dessa parte da sua história? Está em paz com ela ou tem algo pendente, que precisa ser resolvido?
  • Como lida com os desafios e dúvidas?
  • Você é resiliente, tem jogo de cintura e sabe se reinventar?

São muuuitas peguntas, não é mesmo?

Pois é! Bem vinda a maternidade!!

Aqui nesse mundo temos muito mais perguntas do que respostas… e vai ser sempre assim 😉

Esse é um dos grandes desafios.

Eu convido você a refletir de verdade e verdadeiramente sobre cada uma dessas perguntas e, se ao terminar de ler já tiver as suas respostas, e mais importante, se essas respostas te agradarem e estiverem muito claras para você, então eu te digo sem medo de errar: VOCÊ ESTÁ PREPARADA para a maternidade!

Agora, se ficaram muitas dúvidas… Se você sente que mexeu em muitas feridas abertas ou se, simplesmente não conhece as respostas… bem-vinda ao clube da maioria esmagadora!!

Mas sempre é tempo de pensar, de refletir, de buscar as respostas!

Não se preocupe demais em aprender a trocar uma fralda, em como se segura um bebê ou como damos o banho nos primeiros dias… Isso tudo é sim importante mas… eu te digo com TODA a certeza: Você vai aprender e vai ficar craque nisso, com a prática! Não te erro!

Agora, as questões mais fundamentais e mais profundas da maternidade, essas … ninguém te conta, minha amiga.

Em muitos momentos sentimos um vazio, uma angústia, um cansaço e uma solidão extremos… que ninguém nos explica o “porquê”, que não conseguimos entender… e que muitas vezes temos vergonha e nos sentimos culpadas por sentirmos assim.

A maternidade, na minha opinião é a maior ferramenta de desenvolvimento pessoal que existe! Não é fácil, não é dor de rosa, não é linear nem perfeita…

Mas se vivenciada em toda a sua profundidade, vale sim MUUITO á pena!

Escrevi esse post aqui sobre os primeiros dias com Recém-Nascido,tem um vídeo também.

Conte comigo na sua jornada como mamãe!

A gente vai se encontrando por aqui 😉

Bjos e até tags-coracao

Lígia

Como Fazer Bebê Dormir

 

como-fazer-bebê-dormir

Oi minha amiga, tudo bem?

“Como fazer bebê dormir”? Essa é uma das perguntas que eu mais escuto, que mais gera dúvidas e dificuldades nas mamães de bebês e de crianças menores também. Se essa dúvida também é sua, ou se esse assunto te interessa, continua lendo esse artigo 😉

Vou te contar aqui a peça-chave do sono do bebê. Sabe aquela em que a gente deveria aplicar 80% da nossa energia e esforços , que é dali que sairão a enorme maioria dos nossos resultados? Pois é… essa mesmo! Primeiro, é importante que você entenda o quanto antes que, o sono é só uma das MUITAS peças que compõem a rotina de um bebê, ou seja, não adianta tentar mexer no sono, sem analisar TODO O RESTO e, se for preciso recolocar e rearranjar algumas peças.

A ROTINA

O que é a rotina afinal? A gente entende por rotina TUDO o que o seu bebê faz em suas atividades diárias: horário em que acorda, horários das mamadas, das refeições ( se for maiorzinho), do passeio, do banho de sol, das brincadeiras , do banho, do cocô, horário que a mãe e/ou o pai saem de casa, que horas voltam, local onde o bebê faz as sonecas de dia, local onde ele dorme a noite,etc etc etc…

E adivinha só… é justamente na ROTINA que está o grande segredo do sono do bebê!!

A maioria de nós mamães ( eu já fiz assim também) deixa que o bebê conduza a rotina dele e muitas vezes nem nos damos conta disso! O bebê dorme quando tem sono, mama quando tem fome, e assim vão sendo os dias e noites…

Essa forma de se estabelecer uma “não rotina” é muito mais comum do que a gente pensa. E tem mamães, bebês e famílias que se adaptam a esse formato numa boa, e que funciona muito bem para eles! Mas é inegável o fato de que, uma rotina estabelecida pelo bebê, deixa a mãe totalmente à mercê dele e das suas necessidades… Exige muita entrega e dedicação exclusiva a cuidar do bebê.

Outro ponto importante é que, a PREVISIBILIDADE, que nada mais é do que o bebê saber exatamente o que está acontecendo com ele e, o que vem depois, confere ao bebê muita SEGURANÇA. Dizem os especialistas que, quando o bebê não tem uma rotina estabelecida, ele pode se sentir inseguro e ansioso, o que reflete não só no sono, mas em todo o seu comportamento. E ainda, que pode deixar algumas consequências psíquicas e emocionais neles a longo prazo.

“Ok, entendi que a rotina é importante… mas como estabelecer uma?” Isso pode estar passando pela sua cabeça agora… Então vamos lá:

Como estabelecer a ROTINA

Primeiro, na minha opinião é importante que você conheça quais são as fases de sono do bebê, para saber em qual dessas fases seu bebê se encontra HOJE. Se você quer conhecer mais sobre isso, clica aqui 

Bom, sabendo em qual fase seu bebê se encontra, você vai ter parâmetros para saber quanto de sono ele precisa, quantas sonecas, de quanto tempo, se ele está passando por algum pico de desenvolvimento, por algum salto de crescimento…

Agora, o primeiro passo é observar o seu bebê atentamente e, durante uns 4-5 dias, anotar TUDO o que acontece. TODA a ROTINA DELE, para entender quais são os padrões e necessidades do SEU BEBÊ!

Nesse período eu também recomendo que você olhe para dentro de si mesma com toda a sinceridade do mundo, com 2 objetivos: analisar e ajustar as suas expectativas e saber quais são os seus limites! Até onde você está disposta a ir, o que você pensa e sente sobre o sono do seu bebê, sobre estabelecer uma rotina. Qual é a sua opinião sobre os assuntos importantes relacionados ao sono como: cama compartilhada/ co-sleeping, livre demanda, uso de chupeta, choro do bebê, etc…

Aí sim, é chegada a hora de parar e pegar as anotações que fez sobre o seu bebê e juntar aos resultados que encontrou dentro de você e aí sim bolar uma rotina! Uma rotina que atenda ás necessidades do seu bebê e que VOCÊ consiga manter de forma CONSISTENTE ou seja, todos os dias, chova ou faça sol, sábados, domingos e feriados…

A consistência, a persistência e a paciência são os 3 pilares para criarmos hábitos saudáveis para tudo, inclusive para o sono do nosso bebê!

Desconfie de promessas fáceis, fórmulas mágicas e milagres… o que vai funcionar é você saber para onde está indo e, dia após dia dar um passo a frente.

Se preferir assistir a um vídeo em que eu converso com você sobre” Como fazer meu bebê dormir melhor”, clica aqui

Criar uma rotina pré-sonecas e pré-sono noturno também ajuda MUITO! É como se fosse um código… um sinal para o corpinho e para a mente do bebê que aquela hora é a hora de abaixar a energia, relaxar e dormir. Pode ser um banho, uma massagem, uma música que você coloque ou cante, a mudança de ambiente para um mais escurinho e silencioso, a chupeta, o peito, o embalo, uma naninha…

Tenha objetivos claros e, ande um passo de cada vez! Por exemplo, se o seu bebê só dorme no peito, no colo, sendo embalado, vai ser muuito difícil e doloroso colocá-lo para dormir direto no berço sozinho! Faça uma transição… Primeiro tire o embalo, por exemplo, ficando sentada com ele no colo, depois tire o peito da boquinha dele assim que ele adormecer, depois se deite ao lado dele na sua cama para tirá-lo do seu colo ( mas você estará ali, pertinho, abraçadinha e , assim que ele dormir, você tenta por ele no berço)…isso é um exemplo tá, minha amiga!

Quanto mais sutil e natural forem os avanços, maior a chance de você conseguir mantê-los dia após dia, sem traumas nem sofrimentos!

Outra informação que eu acho importante te dizer: até os 3 meses os bebês precisam de TODO O COLO que você puder dar! E que eles não nascem sabendo dormir sozinhos… eles precisam sim serem embalados, precisam sugar, precisam se sentir seguros e acolhidos!

E aí , a partir de então, se você sentir que é o momento, você começa AOS POUCOS , ensinar seu bebê a dormir…. e já entra na luta ciente de que ela é longa, super dinâmica já que vários fatores podem interferir e, que você vai precisar se reinventar a cada 3 meses em média, para se ajustar á nova fase que o seu bebê está vivendo,até ele atingir o padrão de sono de um adulto ( o que ocorre entre os 3 e 5 anos, depende muito da criança).

Não dê ouvidos a palpites e não compare o seu bebê com nenhuma outra criança!

Tente novas estratégias por pelo menos 3 semanas antes de desistir e mudar a rota. A não ser que de cara você perceba que entrou num barco furado!! Que aquela “técnica” não tem nada a ver com você ou com seu bebê… aí nesse caso, não espere nada! Saia disso o quanto antes!

A grande maioria das mamães que chegam até mim, já estão EXAUSTAS… no seu limite de forças, de paciência…E precisam entrar em campo mesmo assim… Não espere chegar nesse ponto! Aja antes! As coisas não se resolvem sozinhas!! Elas só vão piorar e você , só vai se sentindo cada vez mais cansada, perdida e sem saída.

Se informe, conheça as técnicas mais famosas, veja com quais você se identifica melhor e filtre o que se encaixa para você, para a sua vida e para o seu bebê! Esse é o caminho… Muito pouco de novidades aparecem sobre o assunto.

 

O que eu tenho feito é acompanhar as mamães nesse processo , andando lado a lado com elas! Acendendo as luzes e ajudando-as  a encontrar as respostas.

E posso te falar, minha amiga, que é uma trabalho de construção diária, trabalho de formiguinha, que te recruta uma energia e recursos internos que muitas vezes você nem imaginava ter… mas que vale muito á pena!

Aliás… por eles sempre vale, não é verdade?

Deixe seu comentário, suas dúvidas…

Conta a sua história!

Se gostou, deixa seu “curtir”!

A gente vai se falando por aqui então 😉

Bjos e atétags-coracao

Lígia Coimbra