Os 3 maiores inimigos das Mamães

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Portrait of happy mother and baby

Oi Comadre! Tudo bem?

Como sempre, gostaria de começar a nossa conversa te fazendo uma pergunta –

eu faço isso para te fazer pensar, ok? 😉

BASEADA EM QUE  VOCÊ TOMA AS SUAS DECISÕES?

 

A gente costuma pensar que nossas decisões são tomadas baseadas em fatos concretos e lógicos como informações técnicas, números e validações ciêntíficas, mas a neurociência já tem a certeza de que todas as nossas decisões são tomadas pelo nosso “cérebro emocional” ou seja : Nós, os seres humanos tomamos TODAS as nossas decisões baseados nas EMOÇÕES  e depois , validamos essas decisões com alguma ” desculpa racional”.

Agora para pra pensar aqui comigo um pouquinho QUANTAS decisões você toma por dia?

Baseada em que você toma essas decisões? Em quais sentimentos ?

Qual a diferença faz na sua vida e na vida e na educação do seu(s) filho(s) essa ou aquela decisão?

E vou além: como as nossas decisões impactam a formação, educação e saúde física e emocional dos nossos filhos?

 

Partindo dessas reflexões, eu parei para pensar que, se os sentimentos são a matéria prima das nossas decisões, devemos cultivar com muito carinho os sentimentos positivos, prestar atenção quais deles estão alinhados aos nossos objetivos como mães e como mulheres e, por outro lado, evitar os negativos e destrutivos ao máximo!

Mas somos humanas não é verdade?

Como evitar esses sentimentos? Sentimentos ruins, infelizmente são tão presentes na nossa vida quanto os bons!!

Certamente não podemos evitá-los, mas conseguimos sim, escolher o que fazer com cada um deles!

E o objetivo dessa nossa conversa aqui, é te falar quais são os 3 piores, na minha opinião e dar o seguinte ALERTA:

NÃO TOME SUAS DECISÕES BASEADA NELES!

  • A culpa,
  • A frustração e
  • O cansaço.

O que fazer? Respire fundo, conte até 10, deixe para mais tarde ou para nunca mais… Reflita e, quando sentir que

está dominada por sentimentos saudáveis e produtivos, aí sim, é a hora de decidir. Não aja por impulso…

Vou te dar alguns exemplos práticos para você conseguir encaixar isso melhor aí, na sua rotina de mãe:

Evite decidir oferecer a chupeta ou o complemento para o seu bebê na madrugada, depois dele chorar por quase uma hora e você não saber mais o que fazer. Tome essa decisão ANTES, se possível. Senão, deixe para pensar melhor no outro dia e já ter os planos B e C  em mente, se preciso for!

Sabe aquela semana que o nosso bebê resolve que vai dormir só 2 horas por noite … e que vai acordar de hora em hora… então, esse não é o melhor cenário para decidir pelo desmame precoce dele, ou pela cama compartilhada. Sobreviva a esse momento e, espere a poeira abaixar para tomar a sua decisão, seja ela qual for!

Lembre-se de que o papel de educar seu filho (a) é seu, assim como de ensinar os limites, o que é certo e o que é errado…Se você voltou a trabalhar, ou se acha que está trabalhando demais e se sente culpada por isso, não se deixe guiar pela culpa! Não fique tentada a ser permissiva demais, ou pior ainda, tentar compensar com brinquedos e “presentes” o tempo que passa longe dele(a). Prefira a conversa franca! Por menores que eles sejam… eles vão entender e admirar você por isso.

Antes da gente continuar nosso papo aqui,preciso deixar claro que não sou contra chupeta, ou complementação necessária, ou cama compartilhada, ok? Se você já me segue há algum tempo, sabe das minhas posições 😉

Bom, eu poderia te dar vários exemplos aqui mas, acho que você já entendeu, não é verdade?

Essas dicas de hoje, minha amiga, se você parar um pouquinho para pensar, são aplicáveis a qualquer área da sua vida: casamento, carreira, dieta e saúde, vida financeira e na maternidade também!

Esteja atenta e, antes de perder o controle desse barco, decida a favor dos seus objetivos!

Estou te convidando a ser autora da história da sua vida e não expectadora… ou pior ainda:

Vítima dos seus impulsos, decisões precipitadas e não refletidas, que trarão consequências indesejáveis para você e seu filho!

Eu te convido, minha amiga, a fechar os olhos e, pensar:

  • Que mãe VOCÊ quer ser para o seu filho? As suas atitudes e decisões de hoje, estão coerentes e alinhadas com esses objetivos?
  • Qual é a SUA opinião a respeito de questões importantes da maternidade como aleitamento, sono, alimentação, chupeta, volta ao trabalho, etc ?
  • Como VOCÊ se sente em relação ao seu filho(a) , marido, mãe, sogra, seu trabalho, seu corpo …? Se tem alguma questão te incomodando, o que você pode fazer a respeito disso?

Não são perguntas fáceis, eu sei!!! rsrs

Eu estou dividindo aqui, com você, como EU faço para tomar as MINHAS decisões.

Se está certo ou errado? Não sei !!!

Em alguns momentos tem uns curto-circuitos sim! Em algumas horas a vontade é de comprar uma viagem só de ida para o Taiti – sozinha, claro!! rsrs

Mas em média, tem funcionado bem.

Como tem sido a sua vida de mãe? Mais difícil e complicada do que esperava?

Qual o seu truque, ou o seu jeitinho, para passar por esse momento de peito aberto e de cabeça erguida? Conta para mim… Eu ADORO conversar com você!!

Adorei o nosso papo de hoje e espero ter te ajudado um pouquinho!

Bjos e atétags-coracao

 

Lígia Coimbra

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